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BERA -Teste para detectar perda auditiva!

BERA – Exame do Potencial Evocado Auditivo do Tronco Encefálico
BERA – Exame do Potencial Evocado Auditivo do Tronco Encefálico

O que é o teste?
Esse teste é objetivo (não depende da resposta do paciente) e avalia a integridade funcional das vias auditivas nervosas (nervo auditivo) desde a orelha interna até o córtex cerebral. O exame é indolor e não invasivo.

Sua finalidade:

Determinar se existe ou não perda auditiva e precisar seu tipo e grau.
Estimar se a perda auditiva detectada na audiometria tonal é decorrente de uma lesão na cóclea, no nervo auditivo ou no tronco encefálico.
Pesquisar integridade funcional nas vias auditivas do tronco encefálico.

Como é realizado?

A pele atrás das orelhas e na testa é limpa com pasta abrasiva e são fixados eletrodos (com uma fita adesiva antialérgica) nestes locais e ainda são colocados fones.
O paciente fica deitado, o mais tranqüilo e relaxado possível, com os olhos suavemente fechados e recebe estímulo sonoro através dos fones.
Sempre que o nervo auditivo e as estruturas do tronco encefálico forem ativados pelo estímulo sonoro, é gerada uma quantidade mínima de eletricidade que é captada pelos eletrodos, registrada no equipamento e interpretada pelo examinador.

Requisitos para realizar o exame:

O paciente deve estar deitado, o mais imóvel possível (para que não haja interferência no traçado do exame).

Na criança:
A criança deverá estar dormindo, pois qualquer movimento interfere na resposta elétrica e inviabiliza sua interpretação.

Indicações:

Diagnóstico precoce da perda auditiva na criança de qualquer idade, ou mesmo adultos, pessoas nas quais não tenha sido possível realizar uma testagem subjetiva confiável.
Acompanhamento da maturidade das vias auditivas no quadro de hiperbilirrubinemia neonatal.
Queixa de zumbido.
Auxiliar na informação de problemas no nervo auditivo ou tronco encefálico (retrococleares).
Detecção de tumores do nervo auditivo.
Nas afecções como: esclerose em placas, leucodistrofias, doença de Alzheimer e tumores intracranianos da fossa posterior.
Confirmação e monitoramento nos limiares da audiometria tonal das perdas induzidas por níveis de pressão sonora elevados (PAINPSE).
Monitorização de cirurgia da fossa craniana.
Monitorização em pacientes em Unidade de Terapia Intensiva (UTI/CTI), em coma ou sedados, com o objetivo de avaliar o prognóstico do paciente e também como auxiliar do diagnóstico da morte cerebral (principalmente em pacientes doadores de órgãos).
Avaliação da audição em crianças e adultos “difíceis” de serem avaliados por métodos subjetivos (inclusive prováveis simuladores na audiometria).

Fonte instituto brasileiro do sono.

Esquizofrenia Genética

CIÊNCIA/PESQUISA – Artigo publicado em 22 de Julho de 2014 – Atualizado em 22 de Julho de 2014
Estudo confirma predisposição genética à esquizofrenia

Estudo sobre nova técnica para tratar da esquizofrenia foi publicado no site da revista ‘Nature’.
http://www.nature.com/nature/outlook/schizophrenia/
Um estudo publicado nesta terça-feira (22) na revista britânica Nature identificou mais de cem variações genéticas associadas com o risco de desenvolver esquizofrenia. A pesquisa aponta novas pistas para a compreensão das causas desta doença complexa e formas de tratá-la com mais eficiência.
O estudo, realizado por um consórcio internacional de geneticistas, é o maior realizado até hoje na área da psiquiatria. Contou com a participação de 150 mil indivíduos, incluindo 37 mil pacientes.

A partir de 80 mil amostras, os cientistas identificaram 128 variedades genéticas independentes, em 108 regiões precisas do genoma humano, sendo 83 delas inéditas e suscetíveis de contribuir a uma predisposição para a doença. A maioria destas variações tem relação com genes envolvidos na transmissão de informação entre os neurônios e as funções essenciais da memória e da aprendizagem.

A esquizofrenia, que geralmente aparece na adolescência ou em jovens adultos, afeta mais de 24 milhões de pessoas no mundo. A doença se manifesta por meio de crises agudas de psicose, podendo incluir alucinações e delírios, bem como sintomas crônicos que resultam em problemas emocionais e intelectuais.

Atualmente, existem tratamentos disponíveis, mas a sua eficácia deve ser melhorada, enfatizam os pesquisadores. Os medicamentos tratam os sintomas da psicose, mas têm pouco efeito sobre a diminuição da capacidade cognitiva dos pacientes.

Outras associações observadas entre genes relacionados com a imunidade e o risco de esquizofrenia reforçam a hipótese de uma ligação entre a doença e uma disfunção do sistema imune.

“Estes novos resultados poderiam encorajar o desenvolvimento de novos tratamentos para a esquizofrenia”, acredita Michael O’Donovan, da Universidade de Cardiff, no Reino Unido, responsável pela pesquisa.

“O estudo confirma que a genética é um fator importante na doença”, dizem os especialistas associados ao projeto.

Fonte portugues.rfi.fr

Entenda o Autismo de Messi!

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Espanha – Craque, superdotado, menino prodígio e… autista. Diagnosticado aos 8 anos de idade como portador da Síndrome de Asperger, também conhecida como “fábrica de gênios” — os físicos Isaac Newton e Albert Einstein, o naturalista Charles Darwin e o pintor renascentista Michelangelo, entre outros, seriam portadores — Messi é a prova viva de que a doença, uma forma branda de autismo, não impede ninguém de brilhar e, no caso do argentino, ser eleito o melhor jogador do mundo quatro vezes seguidas.

Apesar de leve autismo, craque não tem problemas dentro de campo


Embora o diagnóstico do autismo de Messi, que na infância também sofreu de nanismo e foi tratado no Barcelona, tenha sido pouco divulgado para protegê-lo de qualquer discriminação, seus inúmeros fãs não devem se assustar. A Síndrome de Asperger, diferentemente do autismo clássico, não acarreta em nenhum atraso ou retardo global no desenvolvimento cognitivo ou da linguagem do indivíduo — a doença afeta geralmente pessoas do sexo masculino com dificuldades de socialização, gestos repetitivos e estranhos interesses.

A fixação de Messi pela bola explicaria um pouco sobre o assunto. Apesar de seu talento inegável, o comportamento do camisa 10 argentino dentro de campo é revelador sobre o aspecto de sua doença. “Autistas estão sempre procurando adotar um padrão e repeti-lo exaustivamente. Messi sempre faz os mesmos movimentos, quase sempre cai pela direita, dribla da mesma forma e frequentemente faz aquele gol de cavadinha, típico dele”, afirma Nilton Vitulli, no site Poucas Palavras, do jornalista Roberto Amado.

Vitulli, que é pai de um portador da síndrome de Asperger e membro da ONG Autismo e Realidade e da rede social Cidadão Saúde (reúne pais e familiares de ‘aspergianos’), acrescenta que como a maioria dos autistas tem memória descomunal, Messi provavelmente conhece muito bem todos os movimentos que precisa executar na hora de balançar a rede.

“É como se ele previsse os movimentos do goleiro. Ele apenas repete um padrão conhecido. Quando entra na área, já sabe que vai fazer o gol. E comemora, com aquela sorriso típico de autista, de quem cumpriu sua missão e está aliviado”, diz Nilton, que enaltece a qualidade do chute de Messi, a sua habilidade com a bola grudada no pé, mesmo em alta velocidade, mas ressalta se tratar “apenas” de padrões de repetição comuns aos portadores da Síndrome de Asperger. Mesmo no caso do gênio Messi.

Personalidade pouco sociável fora de campo

Messi sofre com os sintomas da Síndrome de Asperger. Principalmente fora de campo — a dificuldade de interação social é o maior adversário. É o que garante Giselle Zambiazzi, presidente da Associação de Pais, Amigos e Profissionais dos Autistas de Santa Catarina.

“O gestual, o olhar e o comportamento do Messi são típicos. Na premiação da Bola de Ouro ele ficou incomodado, pois não sabe lidar com o bombardeio de informações do mundo externo”, diz.

Ela leu a biografia de Messi e detectou traços marcantes da doença. “Na infância ele só saía de casa com uma bola de futebol. Mesmo que fosse ao médico”, diz Giselle, que espera que o craque não seja discriminado: “Acham que o autista é um débil mental. Não é isso. Messi é um exemplo de superação”.

 

fonte odia.ig.com.br

SAÚDE AMPLIA 230 MILHÕES PARA CAPS

CRACK, É POSSÍVEL VENCER

Saúde amplia em R$ 230 milhões custeio para CAPS

Aumento vai incidir nos atuais e novos CAPS que atendem 24 horas. Outros R$ 100 milhões são disponibilizados para construção de novas unidades

O Ministério da Saúde (MS) ampliou o valor de custeio dos Centros de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (CAPS), que atendem a dependentes químicos e pacientes com transtornos mentais 24 horas ao dia. O novo aporte financeiro de R$ 230 milhões representa 33% do valor que é pago atualmente para as 112 unidades. Até o final do próximo ano, a meta é chegar a um total de 275 centros deste tipo. A medida foi anunciada nesta terça-feira (6) em solenidade de balanço do Programa ‘Crack, é possível vencer’, no Ministério da Justiça.

Além deste reajuste, o Ministério da Saúde também financia, pela primeira vez, a construção de CAPS III, CAPSad III e Unidades de Acolhimento (UAs), adulto ou infantil, em todo o país. Para este financiamento, estão sendo investidos R$ 100 milhões. A portaria sobre este incremento foi publicada em abril com a previsão de recursos na ordem de R$ 50 milhões, porém o MS decidiu dobrar este montante.

“Além do custeio, estamos repassando uma verba de R$ 100 milhões para que as prefeituras e os estados solicitem recursos para a construção de UAs e CAPS”, destacou o secretário de Atenção à Saúde, Helvécio Magalhães, durante a solenidade desta terça-feira no Ministério da Justiça. O secretário lembrou que o aumento do custeio é para todas as unidades, tanto as que já estão prontas como aquelas que serão construídas.

REAJUSTE –Com a ampliação do repasse de custeio, os CAPSad III que hoje recebem R$ 78.800,00, terão R$ 105 mil para custeio mensal e os CAPS III, que atualmente recebem 63.144,38, passam para 84.134,00.

Já em relação aos valores destinados para a construção de novas unidades, os gestores locais vão contar com valores entre R$ 500 mil para Unidades de Acolhimento (UAs) e R$ 1 milhão para os CAPS III. A previsão do Ministério da Saúde é a de que sejam construídos mais 60 CAPS ou UAs até 2014.

Crack, é possível vencer –O anúncio foi feito nesta terça-feira (6) durante solenidade, no Ministério da Justiça, de adesão de mais oito estados com o governo federal ao Programa “Crack, é possível vencer”, completando com isso todas as unidades da federação. Estão na lista Amazonas, Amapá, Rondônia, Roraima, Tocantins, Mato Grosso, Maranhão e Bahia.

Soma 92 o número de municípios que já aderiram ao programa e, no dia 6 de agosto, juntamente com os oito estados que restavam, 28 municípios também fazem adesão, elevando para 119 o número de municípios que participam do Programa.

Desde o início do programa, foram criados 1.851novos leitos nesses serviços. Em todo o País, foram habilitados e estão em funcionamento 37 CAPS AD III (370 leitos), 60 Unidades de Acolhimento (900 leitos), 225 vagas em 14 comunidades terapêuticas e 84 Consultórios na Rua, além de 581 leitos em enfermarias especializadas em álcool e drogas em hospitais gerais.

 fonte- portal saude

Pacientes com transtornos mentais e dependentes químicos abrem exposição

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A Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul abre a exposição “Ouvidores de Cores”, do Ateliê de arte do Hospital Nosso Lar. As peças estarão á mostra a partir de quinta-feira, dia 7, no Teatro Aracy Balabanian no Centro Cultural José Octávio Guizzo.

São obras de pacientes com transtornos mentais e de dependentes químicos atendidos pela entidade criada na década de 60, sem fins lucrativos.

Os trabalhos são resultado de atividades no setor de Terapia Ocupacional do Nosso Lar, que usa as artes plásticas com fins terapêuticos.

A exposição segue até 22 de setembro. Informações pelo telefone 3317-1795.